A polícia foi chamada para atender um caso de disparo de revólver, no sábado (30), no bairro Estevão de Matos. No local descrito, os policiais encontraram uma motocicleta Falcon, de cor prata, com placas MHN 62xx, com três ocupantes. Os policiais localizaram, ao revistar os rapazes, uma pistola calibre 380, sem munições. Os PMs constataram depois que os três homens eram militares do Exército. Mesmo assim, eles foram levados para a Central de Polícia por não apresentarem os documentos da arma.
Mas não foi somente estes militares que estavam sem registro de arma. Na madrugada desta segunda-feira (01 de fevereiro) um militar do Exército foi encontrado com uma arma fria. A Polícia Militar fazia rondas pelo Centro, quando ouviu disparos de arma perto do Paiol. Um homem saiu de um GM Corsa e correu em direção às pessoas, depois de ver os policiais.
Os PMs viram que o tiro atravessou o pára-brisas do automóvel. Em baixo do banco do motorista havia um revólver calibre 38. O homem que estava dentro do carro disse que a arma pertencia a um cabo do Exército, que também era o dono do veículo.
Adilson Rezena Alves, 21 anos, assumiu ser o dono do revólver, que estava com o número de série raspado. A arma tinha quatro munições intactas e uma usada. Adilson foi levado para a Central de Polícia.
Mesmo que os quatro militares tenham sido levados para a Central de Polícia, eles foram soltos logo após. A legislação brasileira proíbe a detenção de qualquer indivíduo ligado ao Exército. Assim, nos casos de infração da lei, os militares são punidos pelos superiores do Exército e não pela Justiça convencional. O mesmo também ocorre com os policiais militares.
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